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Seguro serve para garantir até conserto

22/08/2014 / Fonte: A Tarde

“Do jeito que a cidade está violenta, não dá para andar com carro sem seguro”. Infelizmente, esta constatação do aposentado Amaro Francisco da Silva Pereira ocorreu após ele ter perdido seu Corsa Classic, modelo 2008-2009, em frente a uma loja de material de construção, na região do conjunto Vale dos Lagos.

Longe das estatísticas dos bairros mais perigosos de Salvador, o local também pena com a falta de segurança, que tem sido crescente. Segundo dados da Secretaria da Segurança Pública da Bahia, o índice de furtos e roubos de carros chegou a 7.536 casos em 2013 na capital baiana. Destes, 3.833 casos ocorrem no primeiro semestre. Já este ano, a onda da violência cresceu, atingindo 4.064 carros (furtados e roubados) de janeiro a junho, umaumento de 6% em comparação ao mesmo período de 2013.

Furtos e roubos

Levantamento da SSP indica que os bairros de Itapuã, Brotas, Boca do Rio, Pituba e a região da Avenida Tancredo Neves lideram a lista dos lugares com maiores índices de roubos e furtos de carros.

O consultor de seguros Mário Almeida garante que o seguro do carro é mais caro, de 20% a 30%, para quem mora ou circula nesses lugares. “Na hora da contratação do seguro, moradores destes bairros têm desvantagens em relação a quem reside na Ondina, HortoFlorestal, Graça ou Barra”, admite.

Almeida explica que as empresas seguradoras estimulam o preço de acordo com o perfil do dono do carro. Além disso, há uma série de critérios que alteram o valor do seguro. “Quesitos como sexo, idade, ter garagem, a frequência que usa o carro e, principalmente, o bairro onde o motorista mora oneram ou não o custo do seguro”, indica. O valor final do seguro do carro é o resultado do risco que o automóvel corre. Por isso, há uma variação de um bairro para o outro ou do perfil de um homem com idade acima de 40 anos para um mais jovem.

Seguro

Dados da Superintendência de Seguros Privados (Susep) comprovam que o mercado de seguros automotivos cresceu 4% entre 2013 e 2014. E isto pode ser decorrente do aumento no índice de violência nas grandes cidades, que provoca o crescimento da procura pelo seguro do carro.

Fábio Leme, diretor de produtos para seguros automotivos da HDI, afirma que o número de carros assegurados em Salvador aumentou cerca de 18%, e os motivos são diversos. “Além da violência, o trânsito cada vez mais caótico e a imprudência dos motoristas também são fatores que explicam o aumento na procura por seguros”, explica Fábio.

Andar em um carro sem seguro é pôr em risco um patrimônio que custa caro. Por isso, Amaro Francisco escolheu fazer parte da parcela da população que optou por ter um seguro automotivo. “Após o assalto, prestei queixa e apresentei o boletim de ocorrência à seguradora. Em pouco mais de um mês, recebi o valor do carro com base na tabela Fipe”, conta.

Além de situações extremas de roubos, furtos ou perda total do veículo, o seguro total também auxilia nos pequenos problemas do dia a dia. O comerciante Renato Souza Barbosa diz que qualquer problema com o veículo o seguro paga. “Por isso, é importante ler e estar ciente do que está contratando no seguro. Resolvi pagar uma taxa a mais. Assim, quando uma lanterna quebra ou o carro apresentar problemas na mecânica ou na elétrica, o seguro cobre tudo”, garante Renato, que perdeu sua Fiat Fiorino 2010 no começo deste ano na Avenida Paralela e foi indenizado pelo seguro.

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