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Segmentos de seguro de Vida e Previdência conquistam novos públicos

A estabilização econômica, a melhoria de renda e o aumento do emprego formal foram os fatores que pesaram na decisão de muitos brasileiros de planejar o futuro. Tanto que a previdência privada deu um salto de crescimento no período de 2000 a 2012, quando o volume de arrecadação aumentou quase 14 vezes. Já o seguro de vida, que nos anos de alta inflação permaneceu no ostracismo, volta, aos poucos, a figurar como meio acessível de proteção à família ou ao próprio segurado. Um levantamento da consultoria inglesa Timetric prevê que esse ramo poderá crescer no país na taxa media anual de 13,3% até 2017.

A boa notícia é que não são apenas os brasileiros mais maduros que pensam no futuro. De acordo com reportagem veiculada pelo site do jornal O Globo, na última semana, a participação de pessoas com menos de 35 anos na carteira de vida das principais seguradoras está crescendo. Em uma das empresas citadas, o percentual de contratantes do seguro de vida individual nessa faixa etária saltou de 25% para 35% desde 2011. Em outra, a idade média dos segurados caiu 10% desde 2012, e mais da metade dos clientes (56%) tem entre 20 e 39 anos.

Também caiu a média de idade dos brasileiros que investem em previdência privada. No ano passado, uma das empresas especializadas nesse segmento entrevistou 1,3 milhão de clientes e constatou que nos últimos cinco anos, a média de idade dos novos investidores caiu de 40 anos para 35 anos. Outra mudança detectada no perfil dos compradores de previdência foi o aumento de participação do público feminino de 33% para 44%. Neste ano a pesquisa apurou que as mulheres estão mais preocupadas com o futuro. Entre 1,4 milhão de investidores das modalidades VGBL e PGBL , o público feminino, que representa 48% do total, aumentou seu aporte mensal em 33%.

Educação financeira

Para o presidente da Federação Nacional de Previdência e Vida (FenaPrevi), Osvaldo Nascimento, a estabilização e o aumento da renda experimentados nos últimos anos estão contribuindo para melhorar o nível de educação financeira da população. “A conscientização econômica também acompanha a percepção de risco, que é social e vem crescendo”, disse. Sua percepção é confirmada por um recente relatório conjunto da OIT, OCDE e Banco Mundial, que destaca positivamente o Brasil no quadro de empregabilidade do grupo de países do G20.

De acordo com o relatório, na maioria dos países do grupo, a falta de empregos e a criação de empregos de má qualidade estão afetando expectativas de retomada do crescimento econômico. Já o Brasil se destaca positivamente no grupo pelo aumento dos gastos com proteção social, diminuição das desigualdades de rendimento e políticas de aumento do salário mínimo e negociação coletiva, que ajudam a orientar o crescimento ao consumo doméstico e reduzem a desigualdade e a pobreza.

Espaço para crescer

Entretanto, a maioria dos lares do país (68%) não se preocupa em guardar parte dos rendimentos para o futuro ou para alguma eventualidade. Os dados constam de pesquisa FenaPrevi, realizada pelo Instituto Ipsos e divulgada neste mês. O estudo foi realizado com base em entrevistas domiciliares com 1,5 mil indivíduos (53% do sexo feminino e 47% do masculino), envolvendo respondentes da população economicamente ativa e não economicamente ativa das cinco regiões do país, com idade entre 20 e 60 anos ou mais, das classes A/B, C e D/E.

Um dado positivo apontado pelo estudo é que 30% dos brasileiros se preocupam em poupar. Destes, 52% guardam até 10% do orçamento familiar por mês. A faixa de domicílios que consegue reservar entre 10% e 20% do orçamento é de 26% entre os lares que declaram fazer economias. Na interpretação de Osvaldo Nascimento, os dados demonstram que a previdência privada tem um enorme espaço para crescimento no país. “Já são mais de 10 milhões de contratos e cerca de R$ 400 bilhões em ativos, mas a penetração do produto ainda é pequena entre as famílias brasileiras”, diz o presidente da FenaPrevi.

Para o presidente do CVG-SP, Dilmo B. Moreira, a estabilidade econômica e a elevação do ganho médio da população foram essenciais para alavancar os segmentos de Riscos Pessoais e Previdência. Com a melhoria contínua nas condições do país, ele acredita que as perspectivas são positivas para o futuro. “Ambos os segmentos têm muito espaço para crescer no país, conquistando a adesão de novos públicos”, diz.

19/09/2014 / Fonte: CVG-SP | Márcia Alves


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